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Curiosidades

A palavra GÔNDOLA veio do Grego kondyra, “espécie de barco”, de kontos, “pequeno”, literalmente “de cauda curta”, através de um cruzamento com o verbo italiano dondolare, “balançar”. Ningém sabe ao certo quando e por que conjuntos de prateleiras passaram a ser chamdos de gôndolas.

Vamos expor o que sabemos sobre esse tema e quem sabe podemos encontrar juntos uma forma de entender por que prateleiras modernas são chamadas de gôndolas, que são  barcos dirigidos por um homem e com um remo e que possuem características visuais únicas.

Vamos começar por Veneza, a capital da região de Vêneto, no norte da Itália, é formada por mais de 100 pequenas ilhas em uma lagoa no Mar Adriático. A cidade não tem estradas, apenas canais (como a via Grand Canal), repletos de palácios góticos e renascentistas.

Tudo começou no ano 452, quando habitantes do nordeste italiano se refugiaram nas ilhas de uma grande lagoa de água doce, à beira do Mar Adriático, para escapar das invasões bárbaras que puseram fim ao Império Romano. Nesse local, parte de uma região chamada Veneto, havia 120 ilhotas, cortadas por 177 canais, e os primeiros moradores ocuparam justamente as áreas secas, de terra firme. Quando as ilhas já estavam completamente tomadas, a cidade começou a avançar sobre as águas. Foram construídas passarelas suspensas ao lado das fachadas e 40 canais deixaram de existir, conforme os moradores foram construindo anexos às suas casas. Os aterros tornaram-se comuns, com os canais ficando cada vez mais estreitos, à medida que a cidade crescia. O crescimento desordenado em aterros revelou-se, inclusive, responsável pelo maior problema que a cidade enfrenta hoje: as enchentes.

Essa etapa inicial de construção foi excepcionalmente lenta, devido à dificuldade em firmar fundações em solo tão instável; à escassez de materiais de construção, trazidos de longe; e à incapacidade de manter os trabalhadores fixos nas obras em circunstâncias tão desfavoráveis. No princípio, a cidade foi toda edificada em madeira, com as fundações das casas fincadas entre 2 a 5 metros de profundidade. Alguns séculos depois, as pedras passaram a ser o principal material de construção, utilizadas também, a partir do século X, para forrar as margens dos canais. Essa medida foi especialmente útil para dar maior estabilidade às fundações das casas e facilitar o embarque e o desembarque nos barcos. Até então, esse era o único meio de transporte da população e quase não havia pontes. As raras existentes eram apenas tábuas suspensas sobre pilares, unindo uma ilha à outra.

As primeiras pontes feitas de pedra surgiram em 1170, mas até o século XIII a cidade tinha apenas 11 delas. Em 1500, entretanto, já contava com 166.Devido à sua posição geográfica estratégica, Veneza lucrou muito com o comércio entre Oriente e Ocidente, tornando-se, a partir do século XIII, a principal potência comercial da Europa. Mas, com a descoberta, por Vasco da Gama, de outra rota de navegação para as Índias, a cidade começou a perder importância e a sofrer derrotas em seguidas guerras. Em 1797, Veneza acabou sendo conquistada por Napoleão e, em 1866, passou a pertencer ao reino da Itália.

Retratada pelo pintor suíço Joseph Heintz, a Veneza do século XVI já deixava de ser uma potência comercial para se tornar uma das maiores atrações turísticas do planeta

CONHEÇA A HISTÓRIA DAS GÔNDOLAS DE VENEZA

A gôndola veneziana é considerada a embarcação mais bela do mundo e é o símbolo universal da cidade de Veneza, preenchendo seus canais com grupos de turistas de todo o mundo. De fato, um passeio de gôndola proporciona ao viajante uma emoção única que será lembrada por toda a vida.

Sua beleza é dada pela linha sinuosa e elegante que apresenta, pelo maravilhoso cenário no qual navega, mas também pela forma única como é construída.

gondola veneziana

O nome dessa famosíssima embarcação veneziana, gôndola, deriva do latin “cuncula” ou concha, tem 11 metros de comprimento e pesa 600 kg, mas é facilmente manobrada pelo gondoleiro com um único remo.

Além de seu charme e reputação, vindos do fascínio que Veneza proporciona ao mundo, a gôndola é usada para chegar às diversas partes da cidade aquática, e tipicamente projetada com suas características particulares que a tornam uma embarcação única no mundo.

 

 

Um pouco da história da gôndola veneziana

A gôndola sofreu muitas alterações no decorrer dos séculos e a versão moderna é fruto de um longo processo de evolução e adaptação às diversas exigências dos navegantes e às mudanças características das águas.

A história da gôndola é entrelaçada com a história de Veneza. As primeiras notícias que se tem conhecimento sobre a gôndola datam de 1094, quando o Doge (líder máximo) Vitale Falier, que tem sua efígie perto do altar principal da Basílica de São Marcos, distribuiu ao povo de uma ilha ao sul de Veneza uma “gondulam”. A intenção declarada era a de facilitar o transporte na cidade, mas também para evitar uma revolta popular como a que acontecera quando ele chegou ao poder em 1084. As gôndolas logo foram adotadas, mas não pelos camponeses, e sim pelos ricos de Veneza.

Ao longo dos anos Veneza se tornou uma próspera cidade comercial, tornando-se um ponto de entrada, na Europa, de especiarias e mercadorias valiosas. Muitos artistas, incluindo Canaletto, Carpaccio e Bellini foram morar em Veneza, e a gôndola veneziana se transformou em um meio de transporte de grande prestígio.

Quando um nome de barco foi colocado em prateleiras?

Bom, o que sabemos então é que o comércio nessa região dependia unicamente de barcos, gôndolas para trazer mercadorias e produtos. Em determinado momento cestarias abaloadas podem ter contribuido para essa transição de nomeclatura já que esses comerciantes tinham que acomodar e expor seus produtos e mercadorias, principalmente comida, em feiras e espaços públicos.

 

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